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Artigos
10/10/2003
paciente feminina, 24 anos, apresentando lesão ulcerada e sangrante da aréola mamária, tratada inicialmente como lesão eczematosa, sem resposta >>
01/02/2002
A Hibridização in situ (HIS) é uma técnica pela qual se identificam seqüências específicas de nucleotídeos em células ou cortes histológicos. >>
27/04/2009
A apoptose é um importante fator no crescimento do câncer de mama, tendo sido relacionada a progressão tumoral. Por outro lado, o fator de necrose tumoral alfa (TNF-α), que é uma citocina mediadora da apoptose, é reconhecida por ter citotoxicidade contra células malignas destes tumores >>
Clínicos são de Marte e Patologistas são de Vênus – A Interpretação Clínica dos Laudos Anatomopatológicos
Seth M. Powsner; José Costa; Robert J. Homer
10/10/2000
Laudos escritos contém informação médica crítica de patologistas, radiologistas e consultores de subespecialidades. Estes laudos devem ser claros e compreensíveis para evitar erros médicos. Os patologistas têm prestado muita atenção em elaborar laudos completos, mas têm ignorado a importância de sua compreensão. Esta situação apresenta um problema em potencial sério e crescente. Enquanto laboratórios se consolidam e os laudos são disseminados de novas maneiras (ex. internet), o público alvo torna-se mais diverso e com menos probabilidade de de ter qualquer contato com o patologista, além do laudo escrito. O objetivo foi comparar a compreensão clínica com a intenção do patologista em laudos anatomopatológicos escritos. Foram selecionados laudos típicos de patologia cirúrgica de importância para o cirurgião, com variação de complexidade de materiais. Cirurgiões e residentes responderam questionários baseados nesses casos durante conferências cirúrgicas em um centro médico acadêmico e os resultados foram analisados.
Resultado
Cirurgiões interpretaram erroneamente os laudos anatomopatológicos em 30% dos casos. A experiência reduziu, mas não eliminou o problema. A formatação linear dos laudos exacerbou o problema.
Conclusões
Existe uma lacuna de comunicação entre patologistas e cirurgiões. A familiaridade com o formato do laudo e a experiência clínica reduzem esta lacuna. Paradoxalmente, melhorias de estilo na formatação do laudo podem interferir na compreensão e aumentar o número de interpretações errôneas. Mais investigação é necessária para reduzir este problema e, conseqüentemente, os erros médicos.
Referência bibliográfica:
Arch Pathol Lab Med. 2000;124:1040–1046