Tire sua dúvida agora

Artigos

 

A Hibridização in situ e Suas Aplicações Diagnósticas na Patologia

A Hibridização in situ (HIS) é uma técnica pela qual se identificam seqüências específicas de nucleotídeos em células ou cortes histológicos. >>

Avaliação da apoptose e produção de TNF-Alfa no câncer de mama: correlação com fatores prognósticos

A apoptose é um importante fator no crescimento do câncer de mama, tendo sido relacionada a progressão tumoral. Por outro lado, o fator de necrose tumoral alfa (TNF-α), que é uma citocina mediadora da apoptose, é reconhecida por ter citotoxicidade contra células malignas destes tumores >>

Receptor de Estrogênio - Novos Procedimentos

O parâmetro utilizado para se considerar o resultado de receptores hormonais como positivo sempre foi assunto controverso – desde diversos sistemas de pontuação baseados no percentual e na intensidade da coloração até percentuais simples de células neoplásicas positivas. >>

Feed

Inscreva-se na nossa newsletter

 
Para alterar as configurações da sua newsletter clique aqui.

Relato de Caso de Doença de Paget da Mama Simulando Melanoma Maligno

Laboratório de Anatomia Patológica Dr. Felipe M. M. Xavier, Florianópolis, SC; 2: Médico Dermatologista, Florianópolis, SC e 3: Anticorpos Laboratório Ltda., Niterói, RJ
10/10/2003

paciente feminina, 24 anos, apresentando lesão ulcerada e sangrante da aréola mamária, tratada inicialmente como lesão eczematosa, sem resposta. Realizadas duas biópsias, inconclusivas entre Doença de Paget e melanoma maligno.

Métodos diagnósticos

histopatologia convencional e exame imuno-histoquímico.

Achados microscópicos

células neoplásicas intra-epidérmicas com imuno-reatividade com os anticorpos anti citoceratina AE1/AE3, citoceratina 8 e antígeno CA15-3. Ausência de imunomarcação destas células com os anticorpos anti citoceratina de alto peso molecular, proteína S100 e antígenos HMB45 e Melan-A. Tal padrão imuno-histoquímico confirmou sua natureza glandular, semelhante ao carcinoma mamário.

Comentários

Em casos difíceis de estabelecer o diagnóstico diferencial entre Doença de Paget e melanoma maligno baseado apenas na histopatologia, a imuno-histoquímica torna-se ferramenta de grande auxílio.