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Artigos
10/10/2003
paciente feminina, 24 anos, apresentando lesão ulcerada e sangrante da aréola mamária, tratada inicialmente como lesão eczematosa, sem resposta >>
27/04/2009
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A Hibridização in situ e Suas Aplicações Diagnósticas na Patologia
McNICOL, AM E FRAQUHARSON, MA.
01/02/2002
A Hibridização in situ (HIS) é uma técnica pela qual se identificam seqüências específicas de nucleotídeos em células ou cortes histológicos. Estas podem ser de DNA ou RNA, endógenas, bacterianas ou virais. Esta técnica de pesquisa está sendo traduzida para a prática diagnóstica, principalmente nas áreas de expressão gênica, infecção e citogenética de interfase. As aplicações diagnósticas são mais freqüentemente baseadas em seqüências curtas de nucleotídeos (oligômeros) marcados com moléculas sinalizadoras não isotópicas, e os sítios de ligação podem ser localizados por reações histoquímicas ou imuno-histoquímicas.
A HIS pode ser aplicada em material rotineiramente fixado em formol e incluído em parafina; em alguns casos pode-se até utilizar material obtido de necropsias. A HIS tem sido utilizada para detectar RNA mensageiro (mRNA) como um marcador da expressão gênica em casos de pequeno acúmulo protéico, por exemplo, para confirmar um tumor endócrino como a fonte do excesso de produção de determinado hormônio. Sua aplicação na área de doenças infecciosas tem sido predominantemente a identificação de infecções virais, com a tipagem do papilomavírus humano (HPV) ou a detecção do vírus de Epstein-Barr. A detecção do mRNA de proteínas histonas tem sido utilizada para a identificação de células na fase S e métodos relacionados podem ser aplicados para detectar células apoptóticas. Utilizando-se sondas para seqüências cromossômicas específicas é possível detectar aneuploidia e alterações gênicas com importância prognóstica em alguns tumores, como a leucemia linfóide crônica e o sarcoma de Ewing.
Referência bibliográfica:
McNICOL, AM E FRAQUHARSON, MA. In situ hybridization and its diagnostic applications in pathology. J Pathol. 1997