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Artigos

 

Relato de Caso de Doença de Paget da Mama Simulando Melanoma Maligno

10/10/2003

paciente feminina, 24 anos, apresentando lesão ulcerada e sangrante da aréola mamária, tratada inicialmente como lesão eczematosa, sem resposta >>

A Hibridização in situ e Suas Aplicações Diagnósticas na Patologia

01/02/2002

A Hibridização in situ (HIS) é uma técnica pela qual se identificam seqüências específicas de nucleotídeos em células ou cortes histológicos. >>

Avaliação da apoptose e produção de TNF-Alfa no câncer de mama: correlação com fatores prognósticos

27/04/2009

A apoptose é um importante fator no crescimento do câncer de mama, tendo sido relacionada a progressão tumoral. Por outro lado, o fator de necrose tumoral alfa (TNF-α), que é uma citocina mediadora da apoptose, é reconhecida por ter citotoxicidade contra células malignas destes tumores >>

Receptor de Estrogênio - Novos Procedimentos

David J. Dabbs
05/12/2002

O parâmetro utilizado para se considerar o resultado de receptores hormonais como positivo sempre foi assunto controverso – desde diversos sistemas de pontuação baseados no percentual e na intensidade da coloração até percentuais simples de células neoplásicas positivas. O Colégio Americano de Patologistas não tinha uma posição rígida, e sugeria que fosse informado o valor percentual das células neoplásicas do componente infiltrante com imuno-positividade nuclear e, que se evitasse usar apenas as conclusões POSITIVO ou NEGATIVO, uma vez que muitos autores utilizavam o valor de 10% como o mínimo de células imunomarcadas para considerar um exame como positivo e clinicamente significativo e outros pesquisadores utilizavam os valores de 1% ou 5% para o mesmo fim.

Recentemente o NIH (National Institutes of Health – EUA) colocou um fim a esta controvérsia: determinou que toda imunopositividade nuclear com o anticorpo anti receptor de estrogênio deve ser considerada como resultado positivo e indicativa de terapia anti estrogênica para a paciente. Atualmente existem diversos clones dos anticorpos para o receptor de estrogênio, sendo os mais utilizados o 1D5 e o 6F11. Para garantir mais confiabilidade e redução de possíveis resultados falso-negativos, o Anticorpos Laboratório vem utilizando ambos clones em todos os exames de imuno-histoquímica para receptor de estrogênio e seguindo as normas do NIH para análise de resultados.

Referência bibliográfica: Diagnostic immunohistochemistry. David J. Dabbs. 1ed. Churchill Livingstone. 2002.