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Artigos

 

Relato de Caso de Doença de Paget da Mama Simulando Melanoma Maligno

10/10/2003

paciente feminina, 24 anos, apresentando lesão ulcerada e sangrante da aréola mamária, tratada inicialmente como lesão eczematosa, sem resposta >>

A Hibridização in situ e Suas Aplicações Diagnósticas na Patologia

01/02/2002

A Hibridização in situ (HIS) é uma técnica pela qual se identificam seqüências específicas de nucleotídeos em células ou cortes histológicos. >>

Avaliação da apoptose e produção de TNF-Alfa no câncer de mama: correlação com fatores prognósticos

27/04/2009

A apoptose é um importante fator no crescimento do câncer de mama, tendo sido relacionada a progressão tumoral. Por outro lado, o fator de necrose tumoral alfa (TNF-α), que é uma citocina mediadora da apoptose, é reconhecida por ter citotoxicidade contra células malignas destes tumores >>

O Significado Prognóstico da Expressão do Antígeno CD56 na Leucemia Mielóide Aguda

Haematologica 87:250-6, 2002
02/12/2002

A expressão do antígeno CD56 tem sido relatada em diversas neoplasias hematológicas. O CD56 tem sido consistentemente associado a prognóstico desfavorável na leucemia mielóide aguda (LMA) M2 com t(8;21) e leucemia promielocítica aguda (LPM), enquanto que em outros tipos de LMA seu papel continua incerto. Foi investigada a expressão do CD56 em pacientes com LMA para determinar sua freqüência e relevância prognóstica. Foi realizada análise imunofenotípica incluindo o CD56 em 171 pacientes consecutivos com LMA (193 com LMA e 32 com LPM), entre dezembro de 1995 e dezembro de 1999, em uma única instituição. A amostra de medula óssea fresca retirada ao diagnóstico era considerada positiva quando pelo menos 20% de células exibiam dupla marcação com os anticorpos anti CD56 e CD33. A positividade com o CD56 ocorreu em 37 casos (21,6%). Sua freqüência foi menor na M4 (6%) e maior na M5 (37%). O percentual médio de blastos CD56+ foi 56% (variando entre 21-99%). A positividade com CD56 não correlacionou com sexo, idade, contagem de blastos, citogenética favorável ou desfavorável ao diagnóstico, nem influenciou a evolução em termos de duração da remissão completa (606 x 417 dias, p=ns) ou sobrevida geral (210 x 277 dias, p=ns). No grupo LPM uma diferença significativa na taxa de recaída foi encontrada no terceiro ano (71,4% no grupo CD56+ x 12% no grupo CD56-, p=0.005). Concluindo: os dados confirmam que a positividade com o CD56 ao diagnóstico em pacientes com LPM é associada a pior prognóstico, sugerindo que é necessário monitoramento molecular nestes pacientes. Em contraste, o papel prognóstico do CD56 continua incerto em outros subtipos de LMA.

Referência bibliográfica: Referência bibliográfica: Haematologica 87:250-6, 2002.